Vendas ou Relacionamentos

Encontrei num blog uma postagem sobre Vendas achei muito interessante, e sobre um assunto que, tal como o autor descreve, é, diria eu deixado de lado pelas instituições de ensino e não vejo isso com maus olhos, posso inclusive entender que trata-se de um assunto cuja prática parece e tende a ser algo natural. Usei o artigo como fundo e em azul comentei-o. Aqui vou apenas contar um pouco de uma história real e hoteleira, casualmente é a minha em uma das muitas passagens que esta vida me tem proporcionado. Mas não deixem de ler a postagem.

VENDAS OU RELACIONAMENTOS.

Quando iniciei a minha vida profissional no Brasil, logo vim para Curitiba, e antes de Gerenciar na época o melhor hotel da cidade eu fui Gerente comercial deste empreendimento, como não entendo gerências com “vaquinhas de presépio”, que apenas concordam com tudo o que se lhes coloca, percebi que o restaurante do hotel estava longe de se pagar, coloquei o assunto numa reunião, e tanto o gerente geral como o presidente da empresa me disseram: ” vc é novo no País, no Brasil é assim mesmo, ninguém usa o restaurante do hotel a não ser, eventualmente à noite o hospede” não concordei, disse não concordar e resolvi provar que isso era, o que eu chamo de “hino do fracassado” quando vc não consegue que algo dê certo, não tem importância desde que haja um culpado ou culpados (melhor ainda) para o fracasso. A argumentação usada era a de que o restaurante servia o hospede porque a população de executivos, era a casa mais requintada da cidade na época, não ia para restaurante de hotel almoçar” no palavreado Nacional fui grosso quando disse apenas: não concordo, um restaurante por si só é uma empresa se não dá lucro e se este se mostra realmente inviável, liquida-se. Acabei depois de minha “grosseria de português recém chegado”  ganhando permissão para o que eles disseram ser assinar minha carta de incompetente pra certos assuntos, no caso fazer o restaurante ser auto-suficiente, ninguém acreditou que eu conseguiria. Vamos encurtar, logo no dia seguinte após a hora o almoço eu saí para a rua, onde abudavam escritórios Bancos, Gerentes de Bancos e executivos, tentar saber deles mesmo onde haviam almoçado, e o que haviam almoçado, e deixava-os falar, OUVIA atentamente o que eles criam me dizer e fui juntando dados, até ao dia em que passei a sugerir, NOTEM NUNCA VENDI MEU RESTAURANTE A NINGUÉM, EU SUGERIA ÀS PESSOAS A QUEM JÁ TINHA DEDICADO TENÇÃO, uma mudança. E pasmen, não havia a cultura de o executivo ir almoçar num restaurante de Hotel, muito menos quando este ficava no 16º andar então o que acham que aconteceu? Exatamente,  um belo dia, lá estava o primeiro grupo, ou seja, como ninguém tinha coragem de aparecer primeiro acabaram se juntando 6 amigos e foram experimentar. Em 2 meses  aumentei o quadro de funcionários do restaurante.  Reparem em momento algum eu vendi nada para ninguém, eu fui saber das pessoas o que elas achavam do que tinham. Em pouco tempo eu fazia ali festas almoços jantares e recepções de todo o tipo para os executivos da região e seus Amigos e familiares, afinal o restaurante mais sofistcado do melhor hotel da cidade era acessível ao público. Não VENDA, PROMOVA RELACIONAMENTOS E INTERESSE-SE RELMENTE PELOS OUTROS DÊ-LHES ATENÇÃO E FAÇA COM QUE ELES SEJAM E SE SINTAM REALMENTE IMPORTANTE. 

SUCESSO

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