A expressão da desolação.

Compreendemos que o Brasil tem algumas Administradoras hoteleiras, as chamadas bandeiras. Já uma vez escrevi sobre o assunto, mas ele merece voltar pois em momentos de crise até onde estas são interessantes para os investidores? Normalmente as cobranças efetuadas por estas bandeiras têm segundo uma consultoria especializada e seguinte composição:

  • Taxa de remuneração da Marca – 4 a 5% do faturamento geral bruto
  • Central de reservas pode ser cobrado com valor fixo por reserva ou uma taxa sobre a receita de Hospedagem (só diárias) que varia entre 1 e 1,5%.
  • Como se isso fosse pouco, 5% sobre o faturamento geral bruto já é absurdo
  • Tem o incentivo à Administração por meio de uma remuneração sobre o GOP e este varia entre 10 a 15%.

Gerenciei Hotéis muitos anos e sempre recebi sobre resultados e na composição havia uma taxa sobre o Faturamento Geral Bruto, quando na negociação um empresário me oferecia mais de 3% sobre este valor eu passava a tratar tudo com uma certa desconfiança, pois entendia de imediato que estava tratando com alguém que pouco ou nada entendia de números. Algumas vezes até acabei acertando com empresas assim, mas nunca aceitei mais de 3% do FGB, (Faturamento Geral Bruto), para função de gerente Geral, isso normalmente dá um resultado final insustentável.

Cuidado ainda com algumas taxas, sempre favoráveis à Administradora que podem aparecer nas entrelinhas dos contratos.

Como se isso não fosse suficiente o investidor é obrigado a aguentar a Administradora, esta nunca tem prejuízo já que as cláusulas contratuais garantem seus honorários, porém há hoje administradoras que não distribuem dividendos há 3 anos, e o pior os investidores não podem se livrar delas ou trocar por outras já que há no contrato cláusulas que criam uma multa para o investidor já lesado. Às vezes me dá vontade de dizer: “Bem feito”. Pois há no mercado administradoras que trabalham de forma com a qual concordamos muito mais.

Áquia Hotéis trabalha com uma comissão variável sobre o GOP, e um valor sobre apartamento ocupado este normalmente menor que o salário de um verdadeiro gerente Geral, além de que nos primeiros 60 dias só recebe o valor referente ao valor por apartamento, e há dois motivos para isso:

  1. Normalmente nos dias atuais encontramos empreendimentos com péssimas e perdulárias gestões já que a Administradora anterior não precisava dar lucro, os seus valores estavam garantidos em contrato. Então precisamos de uns dias para dar novo rumo ao empreendimento.
  2. Se partirmos do princípio que a administração era boa e dava bons resultados os resultados dos nossos primeiros 60 dias não foram provocados por nós e sim pela administradora anterior, então não há porque ganhar sobre eles.

Além disso nossos contratos preveem que em caso de resultado negativo em que os investidores precisem aportar capital, a Áquia Hotéis entra com a parte igual ao percentual que deveria receber. Ou seja, é um contrato num modelo de absoluto ganha/ganha.

Então quando alguém se queixa para mim da administradora que escolheu, e que só ela está ganhando só podemos dizer: Bem feito, somos sempre responsáveis pelas escolhas que fazemos.

Pense antes de entregar seu empreendimento apenas a um nome muito conhecido, ele não está nem aí para o investidor, só quer o empreendimento.

 

Conheça Revenue Management antes de comprar “sistemas”

Se consultar o que na simplicidade escreveu o Guru Americano nesta ciência vão encontrar: “Revenue Management é uma ciência econômica de gestão, que ajuda o empresário a ter uma visão diferente de seus mercados…”. Este Senhor, Robert Cross foi o responsável pela implementação dos sistemas da American Airlines, Marriott, Hilton, e muitos outros deste nível. Claro que nestes casos específicos a existência do sistema é reconfortante, imaginem a American Airlines em 1978 vendia em média 60 mil lugares por dia, seria muito complicado acertar e tirar o maior rendimento possível, sem muita informatização e a respetiva análise e entendimento dos profissionais. Os sistemas não substituem, agregam.

Quando falamos em hotelaria individual ou pequenas redes e aqui falo de redes até 3 ou 4 Mil UHs. O sistema além de desnecessário é obsoleto. Isto porque todos estes empreendimentos hoje têm um sistema de gerenciamento e este é suficiente e nos dão subsídios para implementar um sistema de Revenue Management eficaz. Junte-se a isto o fato de que não há no mercado um sistema de RM desenvolvido para a hotelaria e sim sistemas adaptados da aviação para a hotelaria, estes sistemas deixam de funcionar em determinado momento por falta de informação, sua capacidade de processar dados é muito superior à necessária logo isso por si só faz com que estes sistemas não sejam eficazes. Ventura & Associados está em negociações com alguns sistemas de gestão para implantar neles as alterações necessárias para desenvolver o RM, assim aquilo que por aqui se classifica como RM e não passa de distribuição passa a ser eficaz e estar muito bem fundamentada, desde que não se esqueçam de alimentar o sistema, porém isso não precisa mais que fazer o dia a dia corretamente.  Já temos sistemas interessados em desenvolver de forma completa.

Mas como eu sempre digo, não precisa de mais sistema, precisa entender que RM é um sistema ou melhor uma Filosofia Econômica de gestão e como funciona, e não um sistema de distribuição, como o tratam por aí.

Revenue Management é muito analítico e pouco Comercial. Isto posto fica fácil entender porque a figura o Revenue manager (gerente de receitas) é ineficaz, aumentar receitas por si só não é necessariamente um processo lucrativo. Em unidades com até 500 UHs. Este processo pode e deve ser feito pelo Gerente Geral, e falo em 500 UHs. Porque foi o máximo que fiz sem necessidade de aumentar estruturas.

Quando gerenciei hotéis maiores e já Dirigi bem maiores, não descuidei nunca da gestão de receitas, mas devidamente fundamentada, até porque minhas remunerações são sobre resultados mas tinha um departamento de RM e um gestor desse departamento que não é um gerente de receitas, mas um Encarregado ou mesmo gerente do departamento de Revenue Management, isto porque este elemento precisa conhecer pelo menos de: – Custos – Marketing – Vendas – reservas – e sistemas operacionais, e saber como o Hotel funciona como um todo. O Revenue Management não se preocupa em ter o hotel com maior ocupação e sim o empreendimento hoteleiro ou não com a maior rentabilidade.

Capacite-se e não invista em nada de que não necessite realmente, e se seu empreendimento já tem um sistema informatizado de gerenciamento então você não precisa de nenhum sistema a mais para desenvolver o Revenue ManagementPrecisa só  CAPACITAR-SE.

Que pena quando o comercial destrói o Hotel

Pagar o pessoal de vendas comissão sobre o volume, sem levar em conta a lucratividade das transações.  entra em conflito direto com metas de lucratividade da empresa.
Pagar o pessoal de vendas comissão sobre o volume, sem levar em conta a lucratividade das transações.
entra em conflito direto com metas de lucratividade da empresa.

Conversava com uma competente profissional quando escuto a frase que dá o título há matéria, e claro ela passou imediatamente a me inspirar, porque será que em um Hotel onde eu ou alguns dos profissionais que eu conheço e ainda há no mercado  não permitiria que isso acontecesse?

comercial hoje praticamente não existe, conheço meia dúzia de gerentes comerciais de fato, mas meia dúzia mesmo. Conheço também redes onde o investimento em comercial é um verdadeiro absurdo e se eles simplesmente o suprimissem nada aconteceria, e descobririam o quanto são obsoletos ou talvez até melhorassem, isso sem esforço só pela economia, por outro lado temos uma geração de curiosos achando que comercial é alimentar OTAs e outros instrumentos modernos caros e que tornam os “hoteleiros” escravos de um sistema unido para explorá-los o que não me espanta, o que me espanta é a inatividade destes em torno disso e pior eles pagam para ajudar os portais eletrônicos a explorar o próprio cliente que é ou deveria ser a sua razão de existir.

Isso é problema do comercial? Não, não é – o comercial de 95% dos hotéis Brasileiros e aqui entram até redes não faz o mínimo que deveria, responder a correspondência nem mesmo a cotações, e isso eu sei por experiência própria. Na ABAV conversando com agentes de viagem eles se queixavam do mesmo, a lentidão com que eventualmente são respondidos os faz tirar hotéis das listas de destino. E ainda assim continua não sendo problema do comercial, a falta de profissionalismo é o problema, mas ela trás atrelados.

O problema vem de cima, empresários que constroem hotéis e não têm a mínima noção do que isso seja logo contratam gerentes que trabalham por salários de fome e só fazem isso não porque o mercado esteja difícil, mas porque não têm noção do desempenho de suas funções, estes por sua vez deixam o comercial e outras gerências por conta de um tal de RH que 99% dos casos não entende nada de hotelaria, muito menos de suas rotinas, o que não faz diferença já que o Gerente também não sabe, ou pelo menos a maioria deles não sabe. Mas se fossemos detalhar cada um destes problemas não teríamos uma postagem e sim um livro com cerca de mil paginas sem exagero.

Some-se a isso a incompetência do comercial versus o desconhecimento do contratante e do pseudo GG. “Sou gerente comercial tenho uma grande carteira de clientes meu salário são 20 mil por mês e despesas de representação”. Estas figuras chegam a apresentar notas de refeição de dois mil reais. Detalhando, o Gerente comercial querer os 20 mil já pressupõe mediocridade, o empresário pagar e seja lá para quem for na área comercial brada aos céus. Senão vejamos – o Comercial precisa trazer resultados que serão traduzidos em LUCRO, se é tão bom assim dê-se à “estrelinha” a possibilidade de ganhar R$: 400.000,00 por ano, mas que isso seja fruto de sua competência quero com isto dizer que falando de Gerencia o salário não passe de R$: 2.000,00 e de Diretor no Máximo 5.000,00, mas claro tanto um como o outro não devem ter limitação de ganhos fazendo-se isso com comissões, e não pelo faturamento geral bruto do empreendimento ou rede e sim sobre os resultados que estes eventualmente comessem a gerar e no caso de rede cada unidade é uma unidade e precisa haver uma planilha onde os resultados são mensurados, não me venham com a história: “mas isso é impossível” não, não é impossível só que precisa CONHECIMENTO.

Senão tenho que admitir que a única coisa em que eles são bons é de papo, eu diria “papo furado”. Um Gerente assim como um diretor comercial precisa não só saber o que quer como fazer com que isso aconteça se for pago antecipadamente com altos salários fixos porque trabalharia? Então há um sistema errado. Porque um grupo com um departamento comercial estupidamente inchado deve pagar ao Gerente ou ao Diretor comercial comissões sobre hotéis onde o resultado não dependeu em nada de seu departamento? Ou mesmo por unidades deficitárias?

Porque o comercial derruba o hotel, e isso está acontecendo hoje no Brasil em mercados muito bons. Simples porque o Hotel não tem um Gerente Geral, se tivesse o comercial não o derrubaria, estaria tendo a devida atenção e cobrança feita por um profissional capacitado, e quando me refiro a Gerente Geral me refiro a um profundo conhecedor em Hotelaria e todos os seus métodos e sistemas e não apenas a um título pomposo no cartão de visitas, hoje comum.

Um grande profissional amigo nosso foi chamado um destes dias para uma entrevista em uma rede pequena, mas uma rede, eles queriam um Diretor comercial, o profissional passou a dominar a entrevista, pois queria primeiro que tudo saber por que a rede queria o Diretor comercial, depois de ouvir a explicação do entrevistador (que claramente não tinha a menor noção do que precisava) disse: “Bem o que vocês precisam não é de um diretor comercial, pois o que tem que ser feito não é da competência deste há necessidade de decisões e implementação de procedimentos que não são da alçada de um diretor comercial, então os senhores neste momento precisam de um Diretor de Operações”. Os empresários em sua grande maioria não tem conhecimento para isso então vão por achismo até fechar ou passar um bom negócio para as mãos de quem o saiba gerir e perceber tarde demais que jogou muito dinheiro fora porque precisava economizar. “economia de araque”.

Como na maior parte dos casos no País, eles ficaram pensando sobre o porquê assim teria que ser, pensar sobre algo que se conhece muito pouco ou que acha que conhece é cómico não fosse trágico. E continuaram em sua luta pelo comercial ou não, como a decisão (ou indecisão) demorou muito tempo, não precisam mais – afinal nesta crise a gente fecha depois vê o que faz o caminho da incompetência quando o caixa não pode banca-la. Por outro lado temos grandes e Veneráveis grupos hoteleiros que desde que a “crise” foi anunciada aumentaram sua capacidade em mais de 2000 UHs. E continuam crescendo. Crise ou falta de profissionalismo. Acreditem há lugar ao sol para todos, Qualifiquem-se.

Em suma não há Gestões ou Gestores competentes então toda a linha descendente segue o mesmo processo, ou seja, as coisas ficam cada vez mais difíceis e o resultado é o abandono do mercado, o bom destes momentos é que só ficam os bons, o resto para de atrapalhar. CAPACITEM-SE, coloquem o profissional certo no lugar certo, principalmente criem-se formas de compensar a competência a seleção torna-se natural, isto nos trás para um grande e comprovado sistema de gestão, a meritocracia, mas consultem em vez de meterem os pés pelas mãos.

Dando uma passadinha por outra área, não compre a cozinha sem saber qual vai ser o seu cardápio estará fadado ao fracasso. Viram como pode gerar um livro de mil paginas, as nossas duas publicações sobre A & B têm mais de seiscentas.

Falando de publicações, ainda este ano vamos colocar no mercado mais uma publicação sobre o Revenue Management, a ciência que coloca o foco das empresas no aumento de receita, e não no corte de custos ou como muitos gostam de chamar o downsizing.  O Revenue Management leva ao aumento dos resultados financeiros através de melhorias de alto padrão. Só para termos uma ideia, Bill Marriott Jr. O primeiro hoteleiro a investir nesta prática no ano de sua consolidação aumentou o faturamento em US$ 100 milhões, (cem milhões de dólares), e isso há cerca de 40 anos. Outras ações fazem parte da história da ciência econômica e gerencial que é o Revenue Management, vamos trazer exemplos desta implementação em outros tipos de empresa.

CRISE, – as Soluções conhecidas te levam…

A ter Problemas com sua reforma Administrativa…

Gráfico RM

E isso tem uma boa chance de se entender, hoje, algumas décadas após o inicio da informatização e dos sistemas que ajudam muito (precisa ser entendido que eles não substituem o conhecimento). Há históricos de grandes empresas que previram as crises outras que não acreditaram e só tomaram algumas atitudes já no meio da “tempestade”.

 O que não deu certo! Em que pese o primeiro parecer não só de quem fazia, mas de um mercado como um todo e até pelo investimento de Milhares de Reais, Dólares, Euros, ou o que seja, onde quer que este aconteça inspirou credibilidade a novidade enche os olhos de Administradores e de mercado e…? Tudo parece estar absolutamente correto e não há a mínima chance de dar errado. Um ano depois está tudo como antes.

Porque tudo isso acontece? 1º os problemas nasceram e sempre nascem por atitudes, se as cabeças pensantes são as mesmas, normalmente movidos pelo “achismo” de que este disse aquele falou tomam novos rumos, mas esqueceram de mudar as atitudes e a primeira das atitudes ERRADAS foi achar que a informatização substituía conhecimento – Os sistemas informatizados são Ótimos e nos ajudam muito, mas se não houver conhecimento eles se mostram “burros” – o outro erro foi o tradicional, estamos com uma crise chegando vamos cortar custos saem grandes profissionais mais caros (e esse caros faz-se necessária a pergunta: caros por quê?) às vezes são substituídos por curiosos (estes sim são caros – muitas vezes até sem custo) ou nem isso (o sistema resolve substitui-se, e não resolve).

Com a diminuição de custos temos o encolhimento da empresa, e da massa pensante a que realmente poderia fazer alguma diferença foi substituída, a maioria das vezes por nada. Nada substitui o cérebro do profissional com 30 ou 40 anos de experiência, a não ser outro igual ou que venha a somar.

Estas medidas sem que a direção mudasse a forma de pensar e agir fizeram num curto espaço de tempo o que era esperado, voltaram ao problema com uma agravante têm menos capacidade de se refazer porque não há gestores capacitados e gastaram milhares de (dinheiro) que não deu ainda nem sequer o retorno do investido, vamos arrumar um culpado, não precisa é a forma antiga de pensar que tem que ser mudada e com urgência.

Vamos inverter este quadro, não vamos reduzir custos vamos usar o RM – Revenue Management e Otimizar receitas – isto é possível num grande número de empresas embora se fale de RM sempre e só para Companhias Aéreas e Hotéis, mais especificamente no Brasil. Há muitos estudos mostrando que: De uma forma geral uma redução de 5% nas despesas aumenta o lucro em não mais de 3% – Se trabalharmos com o aumento de volume de vendas na casa dos 5% (não falo de aumento de preços, mas de gestão dos mesmos) os lucros sempre passam da casa dos 20%mas se o aumento se verificar no preço e no volume de vendas em 5% respectivamente – isto gera lucros na casa dos 50%.Ainda tem gente que vem me falar em redução de custos e não sabe por que isso não deu certo, não dá.

Na hotelaria uso sempre as pesquisas de onde aprendi e do ISCA – Instituto Superior de Ciência da Administração, mas uma das primeiras pesquisas de institutos sérios foi do “MIT – Massachusetts Institute of Technology”.  E isto já lá se vão pelo menos 20 anos. Mas mesmo com todos os dados e pesquisas as pessoas falam em (Reduzir Custos) – é neste caso que cabe o ditado popular “Economia é a base da Porcaria”.

Além de que, estávamos falando em enfrentar crise – quando ela passar se o tradicional redutor de custo ainda estiver “vivo” ele demora muito mais do dobro do tempo do concorrente para voltar a se estabilizar em patamares aceitáveis, pelo simples motivo de ter provocado a “atrofia Administrativa” na própria empresa.

Não reduzir e OTIMIZAR só é viável com a implementação do Revenue Management pleno e como se trata de uma Ciência econômica gerencial que visa ajuda-lo a mudar a forma como você vê sua empresa e gerencia os problemas essenciais de produto oferta demanda e preços, o sucesso é inevitável, mas precisa conhecimento ou um consultor.

Tenho dito e nunca deixarei de dizer que você precisa conhecer todos os seus custos com total perfeição se não os conhecer a possibilidade de falir é eminente. Porém no Revenue Management você trabalha sempre com os preços de venda, talvez o maior segredo esteja em inverter o processo já que nenhum especialista em RM deixa de lado os custos, mas não lida com eles, assim como não trabalha sozinho é uma ciência que depende de agregar pessoas em torno de uma solução Administrativa e econômicamente inteligente.

Quando se fala de Revenue Management as pessoas não acreditam, não é o não acreditar é a resistência á mudança e tirando as companhias aéreas só duas ou três redes Hoteleiras em operação no Brasil conhecem o sistema e o usam com competência e eficácia 98% dos outros que têm os (Revenue managers) usa sistemas de distribuição pífios e mal fundamentados e tem a maioria que não usa nada. O maior segredo desta ciência está na informação.  

Posso implementar este sistema em 90% das empresas existentes – Fiz isso num frigorífico com mais de 3000 funcionários há mais de 30 anos, e ao final do sistema agregamos a ele duas outras das maiores indústrias de alimentos do País.

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