RM – A Solução para SUA empresa.

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CRISE, – as Soluções conhecidas te levam…

A ter Problemas com sua reforma Administrativa…

Gráfico RM

E isso tem uma boa chance de se entender, hoje, algumas décadas após o inicio da informatização e dos sistemas que ajudam muito (precisa ser entendido que eles não substituem o conhecimento). Há históricos de grandes empresas que previram as crises outras que não acreditaram e só tomaram algumas atitudes já no meio da “tempestade”.

 O que não deu certo! Em que pese o primeiro parecer não só de quem fazia, mas de um mercado como um todo e até pelo investimento de Milhares de Reais, Dólares, Euros, ou o que seja, onde quer que este aconteça inspirou credibilidade a novidade enche os olhos de Administradores e de mercado e…? Tudo parece estar absolutamente correto e não há a mínima chance de dar errado. Um ano depois está tudo como antes.

Porque tudo isso acontece? 1º os problemas nasceram e sempre nascem por atitudes, se as cabeças pensantes são as mesmas, normalmente movidos pelo “achismo” de que este disse aquele falou tomam novos rumos, mas esqueceram de mudar as atitudes e a primeira das atitudes ERRADAS foi achar que a informatização substituía conhecimento – Os sistemas informatizados são Ótimos e nos ajudam muito, mas se não houver conhecimento eles se mostram “burros” – o outro erro foi o tradicional, estamos com uma crise chegando vamos cortar custos saem grandes profissionais mais caros (e esse caros faz-se necessária a pergunta: caros por quê?) às vezes são substituídos por curiosos (estes sim são caros – muitas vezes até sem custo) ou nem isso (o sistema resolve substitui-se, e não resolve).

Com a diminuição de custos temos o encolhimento da empresa, e da massa pensante a que realmente poderia fazer alguma diferença foi substituída, a maioria das vezes por nada. Nada substitui o cérebro do profissional com 30 ou 40 anos de experiência, a não ser outro igual ou que venha a somar.

Estas medidas sem que a direção mudasse a forma de pensar e agir fizeram num curto espaço de tempo o que era esperado, voltaram ao problema com uma agravante têm menos capacidade de se refazer porque não há gestores capacitados e gastaram milhares de (dinheiro) que não deu ainda nem sequer o retorno do investido, vamos arrumar um culpado, não precisa é a forma antiga de pensar que tem que ser mudada e com urgência.

Vamos inverter este quadro, não vamos reduzir custos vamos usar o RM – Revenue Management e Otimizar receitas – isto é possível num grande número de empresas embora se fale de RM sempre e só para Companhias Aéreas e Hotéis, mais especificamente no Brasil. Há muitos estudos mostrando que: De uma forma geral uma redução de 5% nas despesas aumenta o lucro em não mais de 3% – Se trabalharmos com o aumento de volume de vendas na casa dos 5% (não falo de aumento de preços, mas de gestão dos mesmos) os lucros sempre passam da casa dos 20%mas se o aumento se verificar no preço e no volume de vendas em 5% respectivamente – isto gera lucros na casa dos 50%.Ainda tem gente que vem me falar em redução de custos e não sabe por que isso não deu certo, não dá.

Na hotelaria uso sempre as pesquisas de onde aprendi e do ISCA – Instituto Superior de Ciência da Administração, mas uma das primeiras pesquisas de institutos sérios foi do “MIT – Massachusetts Institute of Technology”.  E isto já lá se vão pelo menos 20 anos. Mas mesmo com todos os dados e pesquisas as pessoas falam em (Reduzir Custos) – é neste caso que cabe o ditado popular “Economia é a base da Porcaria”.

Além de que, estávamos falando em enfrentar crise – quando ela passar se o tradicional redutor de custo ainda estiver “vivo” ele demora muito mais do dobro do tempo do concorrente para voltar a se estabilizar em patamares aceitáveis, pelo simples motivo de ter provocado a “atrofia Administrativa” na própria empresa.

Não reduzir e OTIMIZAR só é viável com a implementação do Revenue Management pleno e como se trata de uma Ciência econômica gerencial que visa ajuda-lo a mudar a forma como você vê sua empresa e gerencia os problemas essenciais de produto oferta demanda e preços, o sucesso é inevitável, mas precisa conhecimento ou um consultor.

Tenho dito e nunca deixarei de dizer que você precisa conhecer todos os seus custos com total perfeição se não os conhecer a possibilidade de falir é eminente. Porém no Revenue Management você trabalha sempre com os preços de venda, talvez o maior segredo esteja em inverter o processo já que nenhum especialista em RM deixa de lado os custos, mas não lida com eles, assim como não trabalha sozinho é uma ciência que depende de agregar pessoas em torno de uma solução Administrativa e econômicamente inteligente.

Quando se fala de Revenue Management as pessoas não acreditam, não é o não acreditar é a resistência á mudança e tirando as companhias aéreas só duas ou três redes Hoteleiras em operação no Brasil conhecem o sistema e o usam com competência e eficácia 98% dos outros que têm os (Revenue managers) usa sistemas de distribuição pífios e mal fundamentados e tem a maioria que não usa nada. O maior segredo desta ciência está na informação.  

Posso implementar este sistema em 90% das empresas existentes – Fiz isso num frigorífico com mais de 3000 funcionários há mais de 30 anos, e ao final do sistema agregamos a ele duas outras das maiores indústrias de alimentos do País.

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Revenue Management (porque só para Hotelaria?)

Revenue Management (porque só para Hotelaria?).


Revenue
e Yield Management, embora com significados diferentes, definem uma cultura de gestão implementada há alguns anos em cadeias internacionais de hotéis, companhias de aéreas e Locadoras de Automóveis. No entanto estudos nos mostram que nada aconteceria sem o domínio do Yield, e realmente não acontece, pois Revenue (receita) e sua gestão não se fundamenta sozinha.

Muito se fala e se escreve sobre esta teoria, sim é uma teoria, mas na prática são 
poucos os que conseguem adaptá-la na sua plenitude. Por insistirem em separar o inseparável. Por outro lado temos que considerar é trata-se de uma teoria que só com a prática e boa fundamentação se torna no que realmente é para quem a Domina, um dos melhores para mim o melhor sistema de Gestão, desde que devidamente fundamentado e usado por quem o domina na sua plenitude.

Minha experiência diz-me que todas as teorias são boas, mas são teorias, 
logo difíceis de colocar em prática, mas não impossíveis. As teorias, como todos sabemos, são definidas com base em constantes, o que significa dizer que só são aplicáveis se nada se alterar, se tudo 
for estático, ou como no nosso caso quando plenas e devidamente fundamentadas que tornam ágil e viável qualquer mudança já que as torna previsíveis. Outras que servem de base a estudos científicos e acadêmicos revelam que algo aconteceu mediante determinadas condições, e que naquele local, naquele período, naquela organização, perante determinados fatos, certa situação aconteceu e verificou-se, mas isto é controlável e então usado a nosso favor.

Ótimo, mas o mundo não é uma constante, o mercado também não, os consumidores 
idem idem, e o meio envolvente das organizações é cada vez mais dinâmico e pantanoso. 
Portanto é necessário desembrulhar as teorias e adaptar à prática, porém sem separações não se desenvolve o Revenue Management sem o Domínio total do Yield, este sim data dos idos de 1800.

A definição de Revenue Management transformada na teoria: D. “vender o quarto certo, ao cliente certo, ao preço certo, no momento certo”. Ora ai temos… e agora? Quando é que isto se 
verifica? NUNCA! Se perguntar a um hoteleiro: – “Então caríssimo, todos os quartos 
vendidos ao cliente certo, no momento certo e ao preço certo?”. Que resposta devo esperar?
 – “OPS.. ó HáHá!! hoje foi certinho e direitinho como manda a teoria…”- claro que não. Mas dominando a filosofia como um todo você faz, mas e definição aqui apresentada é de distribuição, parte comercial o que é apenas um pequena parte do Revenue Management Pleno.

Então como adaptar, contornar e aplicar a teoria?

O Revenue Management tal como é descrito pelos livros tem por base mercados e 
exemplos pouco comparáveis com o mercado Nacional. O retalho do mercado hoteleiro 
Nacional, marcadamente familiar ou de pequena e média dimensão, se tirarmos os grandes 
centros e aqui eu tenho que admitir que saindo de RJ SP talvez alguma coisa na Bahia 
e agora RN com a rede Pestana e outras grandes; não se adapta a grandes momentos 
de gestão ou análise. Por aqui, enquanto as receitas forem sendo maiores que os 
custos tudo está bem e acaba bem. Mas será assim no futuro? – Nós Hoteleiros –  
Administradores e economistas profissionais, sabemos que não. Mas prevemos isso com quatro a cinco anos de antecedência e nos formatamos conscientemente para as realidades vindouras. Isto só é possível quando você domina a Filosofia em toda a sua extensão e complexidade.

Segundo as estatísticas e os estudos mais recentes, a oferta de quartos de hotel, tem aumentado desmesuradamente desde o ano 2000, não tendo acompanhada do correspondente  aumento da procura.

Poderíamos também entrar pelo tipo de investimento realizado, pelas fontes de financiamento,
 pela falta de estudos de viabilidade para certas unidades, etc.. etc. para perceber a falta 
de sustentabilidade que alguns projetos hoteleiros apresentam. Mas não vale a pena. 
Vamos nos centrar no Revenue Management. Que é:

  • Uma filosofia de gestão
  • Uma Cultura
  • Estatística e Matemática
  • Uma Prática diária e continua
  • Muito Analítico e pouco comercial (só vai auxiliar na distribuição correta)
  • Pragmatismo e assertividade.

Revenue Management é por si só o Inicio e o fim de toda e qualquer Política de Gestão em empresas onde ele possa ser implementado. Estas precisam ter certas características, a saber:

  • Capacidade finita
  • Stocks Perecíveis
  • Micro segmentos de mercado
  • Procura variável e inserta
  • Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo
  • Baixas razões custos fixos X Custos variáveis.

O autor desenvolve esta filosofia de Gestão há mais de 40 anos e dois deles foram usados para implementar o sistema em um Grande frigorífico. Em tempos fui contratado para dar o curso a um presidente de uma grande fábrica de massas e biscoitos, outra ocasião formatamos um curso fechado para empresários da área de construção civil, ou seja, o Revenue Management não é prerrogativa de Hoteleiros, nós somos, aliás, os que usam esta Filosofia há menos tempo.

Isto posto, e apedido de estudantes universitários de São Paulo o IGH Instituto de Gestão Hoteleira está abrindo para o Mês de Julho um curso de Revenue Management em São Paulo para empresários e gestores de áreas fora da hotelaria.

Seja em que circunstâncias for o Revenue Management só é sustentável e digno de confiabilidade junto com o Yield Management – Sem este não há sustentação. É Distribuição.

Como é visto o comercial

VENTURA 2 Pq.

Sou hoteleiro de nascimento, praticamente nasci dentro de hotel tenho isso no sangue desde os meus 14 anos, sim nas terras onde nasci não se cultiva a inatividade, é necessário que se dê valor ao que se tem senão não se fazem homens de bem, nada que nada custe tem valor. Por incrível que pareça isso nunca me atrapalhou a não ser por ter me viciado em Hotelaria, na arte de servir, melhor, de “Bem Servir” e isso nunca me desmereceu.

Hoje, é inevitável falarmos de crise, mas claro devemos e no nosso caso assim é, passar por cima dela, ou pelo menos o mínimo que se espera é que esta se atravesse sem que deixemos de ganhar, mas isso em tempos difíceis se faz com competência ou não se faz.

Cheguei até aqui para mais uma vez deixar alguns alertas; hoje conversando com um grande operador ele me disse textualmente as seguintes frases:

“Hoje estou do outro lado e trabalho com hotéis do Brasil e do Mundo, aqui os (hotelários) estão cada vez mais perdidos comercialmente rsrsr” (hotelários foi a palavra usada, mas quem me conhece sabe que é uma criação minha é que esta pessoa fez alguns de nossos cursos).

Em nossa conversa sobre vários assuntos que envolviam hotelaria e turismo saiu novamente o ataque aos hoteleiros e eu tenho que admitir que o Operador está certo: “Hoje o corporativo ou mesmo o individual não quer enviar e-mail para o hotel e ficar 48 horas à espera da resposta”, e isso é mais que óbvio eu também não fico e sei que isso é uma realidade cada vez maior, considero esses erros homéricos de comunicação como FALTA DE RESPEITO, e isso não teria importância se fosse só eu, mas a maioria dos possíveis futuros clientes também.

Quando abro cursos em cidades que não conheço, inicio pelos orçamentos para poder me situar às vezes coloco nota de URGENTE e estipulo prazo máximo para retorno em cada 100 – 2 cumprem ou pior retornam. Isso é negligência.

Não me venham com a história da mudança de tempos, os tempos estão mais ágeis e as pessoas menos educadas e mais preguiçosas essa é a realidade, mas o dia transcorre eu recebo minhas correspondências faço minhas divulgações e eis que – recebo uma resposta a um e-mail com a seguinte frase: “Recebemos sua mensagem, retornaremos em breve seu contato”. Estupidez e mentira tudo junto, este e-mail chegou por volta das 14 Horas escrevo este texto às 19:00, ou seja, não precisa mais responder já resolvi.  Primeiro é uma resposta pronta, ou seja, o Hotel me disse que quando não tiver nada melhor a fazer vai me responder, segundo não respondeu a esta hora um departamento que deveria ser atuante não tem mais ninguém. Não, não é crise, ou melhor, é sim, mas vem de longe de formação ou será deformação, porque a crise destas pessoas é de incompetência e inanição. Assim não se vence uma crise, assim se vai com os outros quando eles deixam sobras. Mas fazer o quê tem crise e temos um culpado, mas quantas pessoas vão perder os empregos? Não sei, mas muitas e a maioria porque estavam trabalhando para isso.

Atrelado a isso têm custos exorbitantes, absolutamente extorsivos provenientes de sites de investidores a que chamam de OTAs, e de Operadores que como fazem tudo cobram o que querem e como e quando querem e 80% dos “Hotelários” pagam, não têm como sair disso e nem sequer procuram se capacitar, temos a satisfação de saber que qualificamos nos últimos anos algumas centenas de pessoas para sobressaírem na crise que nós já informávamos existiria, porém quantos deles usam os ensinamentos? Cerca de 24% segundo o que consegui apurar, pare e pergunte para qualquer deles como está à crise e ele lhe dirá, está complicada, mas não tanto quanto querem que eu pense. As pessoas não fazem nada para mudar o quadro, protelam e a maioria das vezes protelam até fechar.

Quem quer apostar que há pelo menos duas grandes administradoras que vão sair destes dois anos e meio de crise pelo menos 35% maiores? Que crise é essa? É crise de conhecimento, os empresários e mesmo os gestores não estão interessados em se capacitar pagam caro para quem vem aqui ganhar o dinheiro que deveria ser deles, e culpam o governo pelo próprio fracasso.

Há redes tradicionais fechando Unidades históricas, só que eu avisei pessoalmente um dos diretores da rede que isso ia acontecer, só levou dois anos para o processo começar, fechou em Abril o primeiro.

Quando chegamos para um dirigente ou mesmo um gestor e perguntamos quanto custa abrir a porta todos os dias e ouvimos a pessoa começar a gaguejar, é certo que o número que vem é chutado, e em tempos de maiores dificuldades estas pessoas ou têm um grande caixa e seguram o empreendimento por teimosia ou fecham, porque literalmente não entendem o que se passa, e não sabem dirigir hotéis, são os “hotelários”.

É um absurdo o valor que hoje se paga pela distribuição e não parece que os hoteleiros queiram fazer algo para mudar o quadro, há sim, se perguntar eles querem, mas se na prática não á ação nada muda; decidiu – ok muito bem e daí qual foi o próximo passo? Há!! Sabe o que é que é? Sei quem não sabe é você porque se o próximo passo não for dado e já nada mudará, e se vier o passo e for mais do que já vinha fazendo terá o mesmo que está tendo.

O Grupo Águia Ventura está lançando um portal de distribuição uma OTA ou operadora online chamem como quiserem, porém trata-se de um portal de Hoteleiros para Hoteleiros e a nossa forma de comissionamento será regressiva, ou seja, quanto mais determinada cidade ou região nos der de retorno, menor será o comissionamento que os hotéis da região nos pagarão, e esta taxa vai variar entre 12 e 7 %.  Vamos ver quem está interessado em acabar com os altos custos de distribuição?

É possível? É, e precisa muito pouco – só conhecimento. Ajudei a mostrar o caminho a dois jovens com menos de 30 anos, operam num dos mercados mais complicados do Brasil um pequeno hotel com uma diária média beirando os R$: – 400,00 e operam o empreendimento com menos de 35% de custo. É possível é sim, e não é uma rede é uma unidade sozinha. Capacite-se.

Grupo Águia PORTAL